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Cursos TEMÁTICOS. Horários, preços, calendários

CURSOS TEMÁTICOS 2025/2026

O IIC de Lisboa oferece cursos temáticos em formato presencial; as inscrições estão abertas até o dia 23 de fevereiro de 2026. 


1. OS GÉNEROS CINEMATOGRÁFICOS NA ITÁLIA DAS DÉCADAS DE 1960 e 1970. Do Spaghetti Western ao policial à Commedia all’italiana

Docente: Prof.ª Irene BULLA
Duração: 20 horas – das 16h00 às 18h00, segundas-feiras

O cinema italiano é mundialmente conhecido não apenas pelos seus grandes autores — de Rossellini, De Sica e Visconti a Fellini, Pasolini e Antonioni — mas também por ter desenvolvido, sobretudo entre as décadas de 1960 e 1970, um vasto e criativo panorama de cinema de géneros.

Este curso aborda alguns dos géneros mais emblemáticos do cinema italiano, como a commedia all’italiana, o spaghetti western, o cinema político e o giallo. Serão analisados seis filmes fundamentais: Divorzio all’italiana (Divórcio à Italiana, 1961) de Pietro Germi, Il sorpasso (Aquele que Sabe Viver, 1962) de Dino Risi, Il buono, il brutto, il cattivo (O Bom, o Mau e o Vilão, 1966) de Sergio Leone, Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto (Inquérito a um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita, 1970) de Elio Petri, L’uccello dalle piume di cristallo (O Pássaro das Plumas de Cristal, 1970) de Dario Argento e Profondo rosso (O Mistério da Casa Assombrada, 1975) de Dario Argento.

As sessões incluirão contextualização histórico-cultural e debate em torno das opções estéticas e narrativas de cada filme, bem como do seu enquadramento no panorama do cinema italiano.

O curso decorrerá em dez encontros de duas horas cada (total de 20 horas). É necessário possuir um nível mínimo de italiano equivalente ao B1 do QECR. A inscrição de participantes com um nível equivalente ao A2 será avaliada caso a caso, mediante verificação com a docente.

Programa

  1. 2 de março: Introdução ao cinema italiano e ao conceito de cinema de géneros.
  2. 9 de março: Divorzio all’italiana (1961, Pietro Germi). Delitto d’onore, papéis de género, commedia all’italiana.
  3. 16 de março: Il sorpasso (1962, Dino Risi). O boom económico.
  4. 23 de março: Il buono, il brutto, il cattivo (1966, Sergio Leone). O western, o spaghetti western, o mito do faroeste.
  5. 30 de março: Os Anos de chumbo e a importância do cinema político.
  6. 13 de abril: Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto (1970, Elio Petri). Poder e impunidade.
  7. 20 de abril: O cinema giallo e a sua influência.
  8. 27 de abril: L’uccello dalle piume di cristallo (1970, Dario Argento). Mistério, perceção, violência.
  9. 4 de maio: Profondo rosso (1975, Dario Argento). Visão, trauma, memória.
  10. 11 de maio: Discussão final.

O programa das sessões está sujeito a eventuais alterações.

 

2. HISTÓRIA DA ÓPERA ITALIANA. As dez Óperas italianas mais importantes de sempre. Guia de escuta

Docente: Prof. Marcello SACCO
Duração: 20 horas – das 15h00 às 1700, quintas-feiras

A Ópera ocupa um lugar de enorme relevância não só na história da música, mas também na mais ampla história cultural e até linguística da Itália moderna e contemporânea. Nascida em Florença no final do século XVI como uma tentativa académica de “teatro experimental” e filológico (a idealização do mítico teatro da Grécia Antiga, com a fusão de música, poesia e acção cénica), a ópera assumiu desde cedo características variadas e até contrastantes. Revelou-se simultaneamente um fenómeno cultural erudito e popular; inicialmente local, depois europeu e mundial, mas também tão profundamente italiano que contribuiu para a criação de um verdadeiro “carácter nacional”.

Este curso, em particular, tem como objectivo específico propor, através da selecção dos melhores intérpretes disponíveis, dez Óperas italianas (pela linguagem musical e pela língua utilizada, mas não necessariamente escritas por compositores italianos) que desempenharam um papel especialmente importante na história deste género de teatro musical. Através de uma análise não apenas musicológica, mas também histórico-cultural, será oferecido um amplo percurso desde o nascimento do melodrama até ao seu magnífico epílogo novecentista. Biografias, enredos, libretos, partituras, audições e enquadramentos histórico-culturais constituirão a base de um relato que se desenvolverá ao longo de dez encontros semanais, para dez títulos e dez compositores diferentes.

Programa

  1. 5 de março: Claudio Monteverdi, L’incoronazione di Poppea (1643)
  2. 12 de março: Georg F. Händel, Giulio Cesare in Egitto (1724)
  3. 19 de março: Christoph W. Gluck, Orfeo ed Euridice (1764)
  4. 26 de março: Wolfgang A. Mozart, Le nozze di Figaro (1786)
  5. 2 de abril: Gioachino Rossini, Semiramide (1823)
  6. 9 de abril: Vincenzo Bellini, Norma (1831)
  7. 16 de abril: Gaetano Donizetti, Lucia di Lammermoor (1835)
  8. 23 de abril: Giuseppe Verdi, La traviata (1853)
  9. 30 de abril: Pietro Mascagni, Cavalleria rusticana (1890)
  10. 7 de maio: Giacomo Puccini, Madama Butterfly (1904)

 

3. SU E GIÙ PER L’ITALIA. 10 percursos em 10 cidades

Docente: Prof.ª Elisabetta MAINO
Duração: 20 horas – das 15h00 às 1700, terças-feiras

Venahm conhecer o Bel Paese, “caminhando” por algumas das suas maravilhosas cidades: dez itinerários em dez cidades.

A nossa viagem começará na Cidade Eterna, que nunca deixa de nos surpreender, pois tem sempre algo para revelar, para ver ou rever. De Roma desceremos até Nápoles e, ainda mais para sul, até Palermo. Do barroco siciliano ao barroco de Lecce o salto será breve. E de Lecce iniciaremos a nossa subida em direção a Florença, para depois nos deslocarmos a Bolonha e seguir ainda mais para norte até Mântua e Veneza. De Veneza iremos para Milão e, daí, para Turim, primeira capital de Itália e última etapa desta viagem de lés a lés pela Itália.

São muitas as cidades excluídas, é verdade. E certamente não por falta de belezas para admirar. Pelo contrário, o problema é precisamente esse: quantas viagens são necessárias para conhecer o enorme património que a Itália conserva? Esta é apenas a primeira!

O curso decorrerá em 10 sessões de duas horas cada e destina-se a um público adulto com um nível de conhecimento da língua italiana correspondente ao B2 (QECR). As aulas serão acompanhadas por materiais de apoio em papel e multimédia.

Programa

  1. 10 de março: Roma. À procura de surpresas
  2. 17 de março: Nápoles. A amante do Vulcão
  3. 24 de março: Palermo. A singularidade do estilo Árabo-Normando
  4. 31 de março: Lecce. Esculpir a arquitetura
  5. 7 de abril: Florença. O berço do Renascimento
  6. 14 de abril: Bolonha. Uma catedral muito ambiciosa
  7. 21 de abril: Mântua. Fusão entre pintura e arquitetura
  8. 28 de abril: Veneza. Igrejas flutuantes
  9. 5 de maio: Milão. O Quatrocentos, um século de transição
  10. 12 de maio: Turim. Uma beleza aristocrática.

 

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