Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao continuar a navegar no nosso site está a aceitar a sua utilização. OK

Earthbound (aka the Camille stories) de Marta Cuscunà

Data:

20/05/am


Earthbound (aka the Camille stories) de Marta Cuscunà

Espectáculo Earthbound (aka the Camille stories) de Marta Cuscunà, uma coprodução Emilia Romagna Teatro Fondazione, CSS Teatro stabile di innovazione del FVG, Etnorama, com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, do São Luiz Teatro Municipal, i-Portunus e A Tarumba – Teatro de Marionetas, Cidadãos que se juntaram ao projeto #iosonoMecenate, no âmbito da 22.ª edição do FIMFA Lx – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas.

A nova criação de Marta Cuscunà, Earthbound, é um monólogo para uma atriz e criaturas animatrónicas, que transforma em teatro o pensamento ecofeminista de Donna Haraway no livro Staying with the trouble. Um espetáculo de marionetas de ficção científica que explora um futuro não muito longínquo, no qual a manipulação do genoma humano traz vida de volta às áreas do planeta danificadas pela Humanidade.

As criaturas singulares ganham vida no palco através das técnicas animatrónicas projetadas por Paola Villani e inspiradas nas obras da artista australiana Patricia Piccinini. Na sua construção colaboraram também artistas portugueses, João Rapaz e a sua equipa.

Um espetáculo em que a tradição do teatro de marionetas italiano é contaminada com técnicas inovadoras de manipulação, uma das vertentes mais magnéticas e cativantes do teatro de Marta Cuscunà.

Criação e interpretação Marta Cuscunà
Cenografia e conceção animatrónica Paola Villani
Assistente de encenação Marco Rogante
Realização animatrónica Paola Villani, Marco Rogante
Escultura e modulação de criaturas animatrónicas João Rapaz, Janaína Drummond, Mariana Fonseca, Rodrigo Pereira, Catarina Santiago, Francisco Tomás (Oldskull FX, Lisboa
Dramaturgia Giacomo Raffaelli
Desenho de som Michele Braga
Desenho de luz Claudio “Poldo” Parrino
Direção de cena, eletricista chefe e engenheiro de som Marco Rogante

Idioma: Italiano, com legendagem para surdos em português – Closed Captions (CC)

Marta Cuscunà nasceu em Monfalcone. Estudou na Prima del Teatro: Scuola Europea per l’Arte dell’Attore, onde conheceu alguns dos grandes mestres do teatro contemporâneo. Em 2006 fez a sua estreia internacional com Merma Neverdies, espetáculo com marionetas de Joan Miró, dirigido por Joan Baixas, produzido por Elsinor-Barcelona para a Tate Modern, em Londres. Em 2007 voltou a atuar em Itália com Indemoniate, de Giuliana Musso e Carlo Tolazzi, dirigido por Massimo Somaglino. Em 2009 trabalhou em Espanha em Zoé, Inocencia Criminal, produção do Teatre de la Claca, Barcelona, encenado por Joan Baixas. Em 2009, ganhou o Prémio Scenario Ustica com E’ bello vivere liberi!, um projeto para uma atriz, cinco marionetas e uma boneca, escrito, dirigido e interpretado por Marta Cuscunà. Em 2015 estreou Sorry, Boys, terceira parte da sua trilogia sobre a resistência feminina, Premio Rete Critica 2017 para melhor espetáculo. Em 2018 estreou Il Canto della Caduta, em que combina o imaginário ancestral do mito de Fanes com os princípios da animatrónica, utilizada na manipulação das marionetas, e obtém o Premio della Critica, atribuído pela ANCT, l’Associazione Nazionale Critici del Teatro. Em 2019 recebe o Premio Hystrio – Altre Muse. De 2009 a 2019 fez parte do projeto Fies Factory da Centrale Fies. Em 2021 tornou-se artista associada do Piccolo Teatro di Milano.

Preço €12 a €15 (com descontos)

Informações

Data: DE Sex. 20 maio 2022 a Sáb. 21 maio 2022

Horário: Das 20:00 às 21:10

Entrada : A pagamento


Localidade:

Sala Luis Miguel Cintra, Rua António Maria Cardoso, 38 - Lisboa

1931