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A LÍNGUA ITALIANA ENTRE CINEMA E TV: o realizador GRAZIANO DIANA em Portugal

Data:

16/10/am


A LÍNGUA ITALIANA ENTRE CINEMA E TV: o realizador GRAZIANO DIANA em Portugal

A LÍNGUA ITALIANA ENTRE CINEMA E TV: o realizador GRAZIANO DIANA em Portugal

No âmbito da XVII Settimana della Lingua Italiana nel Mondo, o realizador italiano Graziano Diana encontra os alunos do Curso de Licenciatura em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia da Universidade Lusofona de Lisboa para apresentar o filme para a TV "Edda Ciano e il comunista", em colaboração com o Departamento de Cinema e Artes dos Media da Universidade Lusofona de Lisboa.

Após a apresentação seguir-se-á a projeção do filme "Edda Ciano e il comunista" (2011)

Duração: 109 min. Língua: IT. Legendas: ING.

Intérpretes: Stefania Rocca, Alessandro Preziosi, Ilaria Occhini

O filme relata a história de amor entre Edda Ciano, filha de Benito Mussolini, e Leonida Bongiorno, ex-partigiano comunista, durante o exílio após o fim da guerra, em setembro de 1945.

GRAZIANO DIANA

Nasceu em Livorno, Itália, em 1959, estuda Direito em Roma. Forma-se no Centro Sperimentale di Cinematografia. Escreve e realiza duas curtas-metragens, “Racconto d’inverno” e “Lei si sveglia”, transmitidos pela Rai Uno. Collabora alla sceneggiatura di "Maccheroni" (1985) e "La Famiglia"(1987), diretti da Ettore Scola. Em 1991, com Simona Izzo e Giuseppe Manfridi escreve o argumento de "Ultrà", que ganha o Urso de Prata em Berlim.

Em 1993 escreve “La scorta”, mais uma vez com a direção de Ricky Tognazzi, com grande êxito nas salas. O filme entra na seleção oficial de Cannes e ganha numerosos prémios – três David di Donatello, o Grande Prémio no Festival Polar de Cognac, o Prémio do Público no festival de Chicago, o Prémio Efesto e o Prémio Cinema & Società para o melhor argumento.

Para a televisão escreve, entre outras coisas, “Teo”, de 1997, com a direção de Cinzia Torrini, um dos maiores sucessos da estação. Ainda com a direção de Cinzia Torrini, em 1998 colabora ao guião de “Kidnapping”. Recorde-se também “Ama il tuo nemico”, de 1999, com a direção de Damiano Damiani e “Torniamo a casa”, de 2000, com a direção de Valerio Jalongo.

Entretanto continua a colaboração com Simona Izzo, com quem escreve "Maniaci sentimentali" (1994), (Giuseppe Manfridi também colabora no guião), que ganha dois David di Donatello. Ainda com a direção de Ricky Tognazzi, escreve com Simona Izzo e Giuseppe Manfridi "Vite strozzate" (1996), apresentado no Festival de Berlim onde ganha o prémio Bauer, e "Camere da letto" del 1997.

Em 1998 escreve o argumento de “Excellent Cadavers”, dirigido por Ricky Tognazzi com produção HBO. Para este filme, como para os outros de Tognazzi, não colabora apenas na elaboração do guião, mas também como consultor de casting, escolha de locations, câmara e montagem.

Relembre-se também "Cronaca di un amore violato" (1995) de Giacomo Battiato, "Un eroe borghese" (1995) escrito com Angelo Pasquini, a partir do ensaio homónimo de Corrado Stajano e realizado por Michele Placido, vencedor de dois David de Donatello, premiado no Festival di Montreal; Prémio Cinema & Società para o melhor argumento

Assinala-se pelo grande êxito de público, de audience e de crítica, o tv movie em dois episódios “Ultimo”, de 1998, de Stefano Reali.

Seguem “Nella terra di nessuno” de 1999, de Gianfranco Giagni, “Canone Inverso” de 2000, a partir do romance homónimo de Paolo Maurensig, de Ricky Tognazzi, vencedor de cinco David di Donatello, e “Io no” de 2003, a partir do livro de Lorenzo Licalzi, dirigido por Ricky Tognazzi com Simona Izzo, premiado no festival di Bastia e no de Canal Plus.

Para a televisão, recorde-se “Donne di mafia” (2001), de Giuseppe Ferrara e “Lo zio d’America” (2002) de Rossella Izzo, o maior êxito da estação, “Soldati di pace”, (2003) de Claudio Bonivento, vencedor em Saint Vincent da “Grolla d’oro” como melhor argumento para a televisão, “Amiche” (2004) “Don Bosco” (2004) “L’uomo sbagliato” (2005), de Stefano Reali, record da audience para Rai Uno naquele ano, Il giudice Mastrangelo, (2005), de Enrico Oldoini, “La luna e il lago” (2006) escrito com Antonio Monda e realizado por Andrea Porporati e “Lo zio d’America 2 (2006), ainda de Rossella Izzo.

Em 2007 é transmitida por Raiuno a minissérie “Eravamo solo mille”, dirigida por Stefano Reali, e para Canale 5 “Il giudice Mastrangelo 2”, de Enrico Oldoini, enquanto sai no cinema “Tutte le donne della mia vita” de Simona Izzo, com Luca Zingaretti e Vanessa Incontrada.

A 10 marzo 2008, na Raiuno, é transmitido com grande êxito o seu primeiro filme como realizador, “La vita rubata”, sobre o trágico caso de Graziella Campagna, com Beppe Fiorello no papel de Pietro Campagna, após a programação ter sido adiada duas vezes pelo ministro de então Clemente Mastella, levantando muitas polémicas: mais de sete milhões e meio de espetadores, com 28.50 de share. Graças a sua interpretação, Beppe Fiorello ganha o prémio Flaiano.

Em Setembro de 2008 publica o seu primeiro romance, “Demonio” (Einaudi Stile Libero).

Colabora ao argumento de “Il padre e lo straniero”, a partir do homónimo romance de Giancarlo De Cataldo, realizado por Ricky Tognazzi, apresentado fora de concurso no Festival de Roma, prémio para o melhor argumento e melhor interprete no Festival Internacional de O Cairo.

Em Setembro de 2010 dirige o seu segundo filme, “Edda Ciano e il comunista”, a partir do livro de Marcello Sorgi, com Stefania Rocca, Alessandro Preziosi e Ilaria Occhini no papel de Donna Rachele, produzido pela casa de produção “Casanova” de Luca Barbareschi, para Raiuno, transmitido a 13 marzo de 2011, com mais de seis milhões e meio de espetadores e 25% de share. O filme representa Itália no Festival de Mentecarlso e no Festival do Cinema Europeu de Beirut, ganha o Prémio Efesto d’Oro para o melhor realizador e três prémios no Roma Fiction Fest: melhor tv-movie, melhor interpretação feminina e menção honrosa para o argumento; ganha também o prémio de melhor interpretação feminina no Festival de Bar. Ganha também o Efebo de Oro em 2013 como melhor filme para tv realizado a partir de uma obra literária.

Em Julho de 2013 recebe também o prémio “Città di Pesaro” para a totalidade da sua obra.

Em Janeiro de 2014 é transmitida a trilogia para a TV “Gli anni spezzati”, escrita e realizada por ele em colaboração com Stefano Marcocci e Domenico Tomassetti, composta por três histórias: “Il commissario – Il giudice – L’ingegnere” com um elenco prestigiado que inclui, entre outros, Emilio Solfrizzi, Alessandro Preziosi, Alessio Boni, Stefania Rocca e Ennio Fantastichini. A obra ganha o prémio Aqui Storia para “La Storia in Tv”, em particular pela minissérie “Il Giudice” e obtém duas nomeações no Festival de Montecarlo.

 

Informações

Data: Seg. 16 Out. 2017

Horário: Das 14:00 às 17:00

Organizado por : Istituto Italiano di Cultura di Lisbona

Em colaboração com : Departamento de Cinema e Artes dos Media, Universidade Lusofona

Entrada : Livre


Localidade:

Auditório Agostinho da Silva, Universidade Lusofona, Campo Grande, 376 - Lisboa

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